Bom, nós da "Drugstore" (banda atual, rsrsrsr) estamos montando um repertório baseado em filmes - aí entram músicas como: "raindrops are falling on my head", "ghostriders in the sky", "Mrs. Robinson", Pet Cemetary" e entre outros, o tema de MISSÃO IMPOSSÌVEL...
Para estudar essa música vem a primeira dificuldade, o tempo utilizado de 5/4! isso significa que não dá pra usar qualquer som pré-programado de bateria eletrônica, na maioria com compassos/ritmos em 4/4 ou 3/4...
Para quem não conhece, um tempo 5/4 é mais ou menos assim: ta-tchi-tchi-tá-tchi-tchi-tá-tchi-tá-tchi... e repete, nos "tás" fica a batida "forte"...
Fiz então duas versões, uma em setembro/2011 com uma bateria simples, escrita e performada por um "Boss DR5", e outra com a mesma batida mas com mais detalhes de pratos e bongôs, essa segunda em duas faixas, a primeira só bateria e baixo (com uma guitarra láááááá no fundo) e outra mais completa, com duas guitarras.
Fica a sugestão: quem quiser, pode usar a faixa bateria/baixo e colocar as frases com quaisquer outros instrumentos - ou colocar ruídos, vozes, diálogos, sei lá!
versão 1:
Mission impossible - 1st version by cmbaptista
versão bateria/baixo:
Mission impossible drum and bass by cmbaptista
versão 2:
Mission impossible 2nd version by cmbaptista
Texto, som e imagem
terça-feira, 29 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Never my love - de novo????
É porque eu gosto dessa música, oras! Bom, segue abaixo uma releitura "cínica" de "Never my Love", uma experiência em tres frentes: 1, mudar um ritmo de forma radical do que o original - 2, fazer uma linha de baixo com um suingue reggae (se bem acho que ficou mais no final para KC and the Sunshine) e 3, desenhar um solo de guitarra, o primeiro, do meio, são apenas as notas do tema principal, já no final a primeira parte saiu até que como imaginado, a segunda parte nem tanto (por isso diminuí na mixagem final...).
Bom, me diverti fazendo a versãozinha, espero que quem escute não me crucifique pela heresia! ! ! ! ! ! tudo gravado por mim mesmo num korg d4, com bateria de 16 beats, três canais com guitarras e um baixo, praticamente sem refazimentos...
Never my love - versão cínica by cmbaptista
Bom, me diverti fazendo a versãozinha, espero que quem escute não me crucifique pela heresia! ! ! ! ! ! tudo gravado por mim mesmo num korg d4, com bateria de 16 beats, três canais com guitarras e um baixo, praticamente sem refazimentos...
Never my love - versão cínica by cmbaptista
domingo, 30 de outubro de 2011
POLYSICS - Rock japonês ?!?!?!?!?!
Bom dia, mundo, hoje vamos tentar fazer o primeiro post com vídeos do youtube! Não deve ser tão difícil, mas perdoem-me porque a idade que só avança está aos poucos me colocando pra trás na competição tecnológica...
Quero mostrar uma banda de rock japonesa - e que canta em japonês - e que não tenho nenhuma idéia do que dizem, chamada POLYSICS. Vi primeiro no blog "Trabalho Sujo", do jornalista Alexandre Matias um comentário sobre esse vídeo, "I Me Mine":
Gente, quequeéisso?!?!?! Um policial atirando numa estudante? Michael Jackon com olhos puxados e um óculos de tarja preta? Uma baliza dançando sobre um solo de flauta doce? Confesso que fiquei muito perturbado com o clipe, pensei em todos os palavrões que conheço e desconheço, e dou o braço a torcer, o trabalho é GENIAL! Aí fui pesquisar um pouquinho sobre a banda... O comentário de que eles são influenciados pelos americanos do DEVO também aumentou meu interesse.
POLYSICS é atualmente um trio que iniciou a carreira em 1997, oriundo de Toquio, formado por: Hiroyuki Hayashi (guitarras) Fumi (contrabaixo) e Masashi Yano (bateria). Bom, até 2010 o grupo era um quarteto, completado pela tecladista e vocalista Kayo, que resolveu abandonar a carreira artística para se tornar uma pessoa (é verdade! no comunicado oficial, ela diz que quer ser uma pessoa normal - namorar, sair para fazer compras, estudar, etc.).
Com um pouquinho de trabalho (por causa do completo desconhecimento desse idioma), consegui alguns albuns pra conhecer melhor o som. E que som esse deles, a primeira qualidade que se destaca é a velocidade das músicas, depois a energia inesgotável do grupo, o uso amplo do vocoder e de teclados eletrônicos, a menina Fumi é uma EXCELENTE contrabaixista, o Hayashi GRITA todo o tempo e há relatos que ele consegue manter esse nível de energia num set inteiro, cerca de uma hora de show. Bom, vão aí outros vídeos da banda, para uma idéia do que é.
Homenagem ao grande sucesso do Styx (huahuahua! e eu me lembro desse....), "Mr. Roboto", um robô rebelde que fuma, toca a campainha das casas e fuge, BATE EM CRIANCINHAS e dança o "robô"... uau!
Cover do sucesso do The Knack de 1978, dá pra perceber a performance maníaca do Hayashi, e pra quem não conhece o vocoder... "one, two, THEE, four", huahuahua, japoneses tem dificuldade pra falar "erres"!
Esse vídeo é do comecinho da carreira deles, a contrabaixista Fumi ainda não estava no grupo. Uma bela homenagem aos videos do DEVO, começa pela declaração do "general", os macacões amarelos, a fileira de bateristas repetidos (REPETIÇÃO é um dos principais mottos do DEVO), e pra terminar
apresentação ao vivo, e essa menina DETONA O CONTRABAIXO! esse instrumento dela é um Yamaha SVB-500, atualmente fora de linha, tem um timbre sensacional e um formato que facilita tocar na altura da cintura. Detalhe aos guitarristas, detonar o contrabaixo não é tocar como um guitarrista fazendo um SOLO legal, mas sim manter o ritmo consistente, preciso e coeso com a banda!
Acho que já tá bom! tem outras músicas legais no Youtube, procurem por "DNA Junction", I ate the machine", "Walky Talky", "Baby Bias", "For young eletric pop", entre outras!
Quero mostrar uma banda de rock japonesa - e que canta em japonês - e que não tenho nenhuma idéia do que dizem, chamada POLYSICS. Vi primeiro no blog "Trabalho Sujo", do jornalista Alexandre Matias um comentário sobre esse vídeo, "I Me Mine":
Gente, quequeéisso?!?!?! Um policial atirando numa estudante? Michael Jackon com olhos puxados e um óculos de tarja preta? Uma baliza dançando sobre um solo de flauta doce? Confesso que fiquei muito perturbado com o clipe, pensei em todos os palavrões que conheço e desconheço, e dou o braço a torcer, o trabalho é GENIAL! Aí fui pesquisar um pouquinho sobre a banda... O comentário de que eles são influenciados pelos americanos do DEVO também aumentou meu interesse.
POLYSICS é atualmente um trio que iniciou a carreira em 1997, oriundo de Toquio, formado por: Hiroyuki Hayashi (guitarras) Fumi (contrabaixo) e Masashi Yano (bateria). Bom, até 2010 o grupo era um quarteto, completado pela tecladista e vocalista Kayo, que resolveu abandonar a carreira artística para se tornar uma pessoa (é verdade! no comunicado oficial, ela diz que quer ser uma pessoa normal - namorar, sair para fazer compras, estudar, etc.).
Com um pouquinho de trabalho (por causa do completo desconhecimento desse idioma), consegui alguns albuns pra conhecer melhor o som. E que som esse deles, a primeira qualidade que se destaca é a velocidade das músicas, depois a energia inesgotável do grupo, o uso amplo do vocoder e de teclados eletrônicos, a menina Fumi é uma EXCELENTE contrabaixista, o Hayashi GRITA todo o tempo e há relatos que ele consegue manter esse nível de energia num set inteiro, cerca de uma hora de show. Bom, vão aí outros vídeos da banda, para uma idéia do que é.
Homenagem ao grande sucesso do Styx (huahuahua! e eu me lembro desse....), "Mr. Roboto", um robô rebelde que fuma, toca a campainha das casas e fuge, BATE EM CRIANCINHAS e dança o "robô"... uau!
Cover do sucesso do The Knack de 1978, dá pra perceber a performance maníaca do Hayashi, e pra quem não conhece o vocoder... "one, two, THEE, four", huahuahua, japoneses tem dificuldade pra falar "erres"!
Esse vídeo é do comecinho da carreira deles, a contrabaixista Fumi ainda não estava no grupo. Uma bela homenagem aos videos do DEVO, começa pela declaração do "general", os macacões amarelos, a fileira de bateristas repetidos (REPETIÇÃO é um dos principais mottos do DEVO), e pra terminar
apresentação ao vivo, e essa menina DETONA O CONTRABAIXO! esse instrumento dela é um Yamaha SVB-500, atualmente fora de linha, tem um timbre sensacional e um formato que facilita tocar na altura da cintura. Detalhe aos guitarristas, detonar o contrabaixo não é tocar como um guitarrista fazendo um SOLO legal, mas sim manter o ritmo consistente, preciso e coeso com a banda!
Acho que já tá bom! tem outras músicas legais no Youtube, procurem por "DNA Junction", I ate the machine", "Walky Talky", "Baby Bias", "For young eletric pop", entre outras!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Ainda queima a esperança!
Boa noite, gente!
depois de um looooongo tempo,mais uma nova postagem, dessa vez de outra música velha, velha.... Uma versão "hard rock" para "AINDA QUEIMA UMA ESPERANÇA", grande sucesso de autoria de RAUL SEIXAS, cantada nos anos 70 pela deusa DIANA! (olha só a foto ali em cima...)
Bom, antigamente, lá nos anos 70, era esse o tipo de música que tocava na rádio (AM, é claro), enquanto as pessoas ficam com saudades do Chico (o que será, que será...) e do Caetano, o que o povo ouvia mesmo era Odair José, Roberto Carlos, Diana, Dom e Ravel e outros mais... vale a pena ler o livro do Paulo César Araújo chamado "EU NÃO SOU CACHORRO NÃO", que ele escreveu a partir de uma tese de doutorado em sociologia (se não me engano - meu exemplar está emprestado...), e que resgata a importância dos artistas "bregas" ou "cafonas" na história da música popular brasileira.
Aí veio a vontade de homenagear essa canção, tristíssima, sobre uma mulher desprezada pós-traição. Pena que a gravação da Diana tem um ritmo peculiar e uma instrumentação que "dói" no ouvido, todo mundo se lembra daquele órgão/teclado que gruda na mente um arpejo diabólico e simples, e a guitarra ou violão que faz o ritmo também é marcante...
Para a minha versão, procurei em primeiro lugar uma bateria mais acelerada, do gravador D4 um beat em 8 tempos, em 133 bpm, em seguida uma guitarra base pra guia da música, guitarra solo, ambas com efeitos de distorção e contrabaixo, e no final duas vozes pra repetir os corais da original.
lá vai então: AINDA QUEIMA A ESPERANÇA:
Ainda queima a esperança by cmbaptista
depois de um looooongo tempo,mais uma nova postagem, dessa vez de outra música velha, velha.... Uma versão "hard rock" para "AINDA QUEIMA UMA ESPERANÇA", grande sucesso de autoria de RAUL SEIXAS, cantada nos anos 70 pela deusa DIANA! (olha só a foto ali em cima...)
Bom, antigamente, lá nos anos 70, era esse o tipo de música que tocava na rádio (AM, é claro), enquanto as pessoas ficam com saudades do Chico (o que será, que será...) e do Caetano, o que o povo ouvia mesmo era Odair José, Roberto Carlos, Diana, Dom e Ravel e outros mais... vale a pena ler o livro do Paulo César Araújo chamado "EU NÃO SOU CACHORRO NÃO", que ele escreveu a partir de uma tese de doutorado em sociologia (se não me engano - meu exemplar está emprestado...), e que resgata a importância dos artistas "bregas" ou "cafonas" na história da música popular brasileira.
Aí veio a vontade de homenagear essa canção, tristíssima, sobre uma mulher desprezada pós-traição. Pena que a gravação da Diana tem um ritmo peculiar e uma instrumentação que "dói" no ouvido, todo mundo se lembra daquele órgão/teclado que gruda na mente um arpejo diabólico e simples, e a guitarra ou violão que faz o ritmo também é marcante...
Para a minha versão, procurei em primeiro lugar uma bateria mais acelerada, do gravador D4 um beat em 8 tempos, em 133 bpm, em seguida uma guitarra base pra guia da música, guitarra solo, ambas com efeitos de distorção e contrabaixo, e no final duas vozes pra repetir os corais da original.
lá vai então: AINDA QUEIMA A ESPERANÇA:
Ainda queima a esperança by cmbaptista
sábado, 15 de outubro de 2011
Never my love - The Association (vocais e versão final)
depois de uns 10 dias da "feitura", chega ao blog o final da minha versão de "Never my Love"! Desculpem a má qualidade do cantor, minha voz nunca foi lá essas coisas, a intenção sempre foi em primeiro lugar: diversão (a minha), e em segundo lugar o desafio, será que dá pra chegar em algum lugar? sai alguma coisa? se vcs vissem o equipamento ou as condições da gravação... outra hora ponho uma foto aqui.... Never my love vocais by cmbaptista Never my love versão final by cmbaptista
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Never my love - The Association
Puxa vida, é isso que dá ficar muito tempo sem postagem - culpa do PES2009, ô joguinho bom!
Bom, essa é uma antiga admiração, sucesso do conjunto "The Association" de 1967, na minha opinião uma das mais bonitas declarações de amor, uma música complexa e riquíssima de acordes, tem um no final do segundo refrão praticamente impossível de se entender (risos)
Então estou colocando a seguir uma versão "em construção" pra essa canção, apenas a base com bateria, duas guitarras e um contrabaixo - em outra sessão vamos tentar "recriar" os vocais do grupo....
acordes e letra da música:
Never my love base instrumental by cmbaptista
Bom, essa é uma antiga admiração, sucesso do conjunto "The Association" de 1967, na minha opinião uma das mais bonitas declarações de amor, uma música complexa e riquíssima de acordes, tem um no final do segundo refrão praticamente impossível de se entender (risos)
Então estou colocando a seguir uma versão "em construção" pra essa canção, apenas a base com bateria, duas guitarras e um contrabaixo - em outra sessão vamos tentar "recriar" os vocais do grupo....
acordes e letra da música:
#----------------------------------PLEASE NOTE--------------------------------#
#This file is the author's own work and represents their interpretation of the#
#song. You may only use this file for private study, scholarship, or research.#
#-----------------------------------------------------------------------------#
"Never My Love"
(Don Addrisi - Dick Addrisi)
Jim Yester, in the liner notes to the Japanese _From The Original Master
Tapes_ CD (Warner/Pioneer WPCP-3536):
One of the most real, direct, and beautiful love songs of our times,
recently cited by Broadcast Music Incorporated as the third most aired
composition of modern times. This song, and "Cherish", combined to
establish the group as creators of "World Class" love song recordings.
Intro [3X]:
C#
v v v v v v v v
---------|-----------------|---------|
---------|-----------------|---------|
---------|-----------------|---------|
-3-4-6---|-----------------|---------|
-------3-|-4---------------|---------|
---------|-----------------|---------|
Verse 1:
C# Ab B
You ask me if there'll come a time
F# C#
When I grow tired of you
Bbm C#
Never my love
F# C#
Never my love
Verse 2:
You wonder if this heart of mine
Will lose its desire for you
Never my love
Never my love
Bridge 1:
F7sus4 F7 Bbm Eb7
What makes you think love will end
Abmaj7 C#maj7 F#maj7 F#6
When you know that my whole life depends
Fm Bbm
On you (on you)
Verse 3:
[wordless vocal over first two lines]
Never my love
Never my love
Verse 4:
You say you fear I'll change my mind
And I won't require you
Never my love
Never my love
Bridge 2:
How can you think love will end
When I've asked you to spend your whole life 1
Fm Gbmaj9#11 ------------------------> x98098
With me (with me, with me)
[repeat 2 verses with first two lines replaced by organ solo; organ solo
to fade (45 version fades about 25 seconds earlier than LP)]
-- another ace 60's tab from Andrew RogersNever my love base instrumental by cmbaptista
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Furry Walls - Infant Sorrow
No final de Junho, numa sexta-feira à noite em casa, comecei assistir um fime no Telecine Premiére, chamado O Pior Emprego do Mundo ou, em inglês, Get Him to the Greek, uma comédia sobre um executivo de gravadora que tem que ciceronear um artista de rock decadente durante três dias, viajando de Londres para Los Angeles, para realizar um concerto de 10 anos de aniversário do show que marcou sua carreira, numa tentativa de ressucitá-la a qualquer custo.
O filme é EXCELENTE, a atuação do Russel Brand como o cantor Aldous Snow é marcante, as piadas referentes ao mundo da música são sensacionais, e a participação da belíssima Elizabeth Moss (atriz da série de TV Mad Men) ilumina as cenas que participa. Ok, o filme foi bom, me diverti, e perto do final... Bom, o artista fictício Aldous Snow possui uma banda de apoio (ficticia), Infant Sorrow, e antes dos letreiros finais eles performam uma canção chamada Furry Walls.
Não vou dar detalhes sobre a letra da música, porque ela se refere a uma das melhores piadas do enredo, e piada não se explica! Ouve-se! Mas a desgramada da musiquinha é MUITO BOA, com um par de guitarras e uma vocalização "a la Oasis", com uma passagem de acordes brilhante no refrão - após uma sequência de Si - Mi Bemol - Lá Bemol - Dó Sustenido vem um Mi (que "quebra" pela dissonância dos acordes), e então Sol, Lá e Si (para ficar mais fácil, use todos os acordes em quintas, aí não tem que se preocupar tanto com o campo harmonico).
Fiquei alguns dias com a música na cabeça, achei a MP3 (quem quiser, não é difícil de achar, ok? procure por Get him to the greek soundtrack Mp3 album, não tem comoo errar...) e aí no dia 16/08 resolvi fazer minha tentativa para o cover dessa música...!
usando um gravador D4 da Korg, primeiro achei um padrão de bateria eletrônica da pedaleira BP-50 da Digitech, gravada em uma pista com uma guitarra base na segunda pista. Em seguida, como o D4 possui 4 pistas "de verdade" (não aprendi ainda a usar direito as pistas "virtuais"), gravei a voz principal. Na verdade, tive que refazer a música na segunda ponte, porque errei a contagem de versos. Ok, próximo passo, gravar uma segunda voz para fazer o coro das Furry Walls, e passar tudo de quatro pistas para duas. Na sessão seguinte, em 18/08, contrabaixo "básico" e uma guitarra para os solos e efeitos, e conversão para WAV/MP3 em duas pistas, com um pouco de estéreo. No total, devo ter gasto uma hora ou uma hora e meia para fazer a brincadeira, PARA FINS DE ESTUDO, ok? vamos ver agora como é que faz para colocar a faixa aqui no blog! cruzem os dedos!
Furry Walls by cmbaptista
O filme é EXCELENTE, a atuação do Russel Brand como o cantor Aldous Snow é marcante, as piadas referentes ao mundo da música são sensacionais, e a participação da belíssima Elizabeth Moss (atriz da série de TV Mad Men) ilumina as cenas que participa. Ok, o filme foi bom, me diverti, e perto do final... Bom, o artista fictício Aldous Snow possui uma banda de apoio (ficticia), Infant Sorrow, e antes dos letreiros finais eles performam uma canção chamada Furry Walls.
Não vou dar detalhes sobre a letra da música, porque ela se refere a uma das melhores piadas do enredo, e piada não se explica! Ouve-se! Mas a desgramada da musiquinha é MUITO BOA, com um par de guitarras e uma vocalização "a la Oasis", com uma passagem de acordes brilhante no refrão - após uma sequência de Si - Mi Bemol - Lá Bemol - Dó Sustenido vem um Mi (que "quebra" pela dissonância dos acordes), e então Sol, Lá e Si (para ficar mais fácil, use todos os acordes em quintas, aí não tem que se preocupar tanto com o campo harmonico).
Fiquei alguns dias com a música na cabeça, achei a MP3 (quem quiser, não é difícil de achar, ok? procure por Get him to the greek soundtrack Mp3 album, não tem comoo errar...) e aí no dia 16/08 resolvi fazer minha tentativa para o cover dessa música...!
usando um gravador D4 da Korg, primeiro achei um padrão de bateria eletrônica da pedaleira BP-50 da Digitech, gravada em uma pista com uma guitarra base na segunda pista. Em seguida, como o D4 possui 4 pistas "de verdade" (não aprendi ainda a usar direito as pistas "virtuais"), gravei a voz principal. Na verdade, tive que refazer a música na segunda ponte, porque errei a contagem de versos. Ok, próximo passo, gravar uma segunda voz para fazer o coro das Furry Walls, e passar tudo de quatro pistas para duas. Na sessão seguinte, em 18/08, contrabaixo "básico" e uma guitarra para os solos e efeitos, e conversão para WAV/MP3 em duas pistas, com um pouco de estéreo. No total, devo ter gasto uma hora ou uma hora e meia para fazer a brincadeira, PARA FINS DE ESTUDO, ok? vamos ver agora como é que faz para colocar a faixa aqui no blog! cruzem os dedos!
Furry Walls by cmbaptista
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